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sábado, 1 de janeiro de 2022

Questões Resolvidas - UECE 2022.1

Questões Resolvidas de Biologia: 

Questão 55 - Questão 56 - Questão 57 - Questão 58 - Questão 59 - Questão 60 - Questão 61 - Questão 62 - (1ª Fase- Gabarito 1)


Questões Resolvidas de Geografia:



Questões Resolvidas de História:

Questão 23 - Questão 24 - Questão 25 - Questão 26 - Questão 27 - Questão 28 - Questão 29 - Questão 30 - (1ª Fase- Gabarito 1)

Questões Resolvidas de Filosofia: 

Questão 68 - Questão 69 - Questão 70 - Questão 71 - Questão 72 - (1ª Fase- Gabarito 1)

Questões Resolvidas de Sociologia: 

Questão 73 - Questão 74 - Questão 75 - Questão 76 - Questão 77 - (1ª Fase- Gabarito 1)


Questões Resolvidas de Educação Física: 

Questão 63 - Questão 64 - Questão 65 - Questão 66 - Questão 67 - (1ª Fase- Gabarito 1)

Questões Resolvidas - UECE

Questões Resolvidas - Albert Einstein 2020

Questões Resolvidas de Biologia:


Prova II: Questão 1

Questão de Biologia - Albert Einstein 2020 - No Brasil, além do vírus influenza tipo A (H1N1), também circulam os vírus tipos B e C

No Brasil, além do vírus influenza tipo A (H1N1), também circulam os vírus tipos B e C. A cada ano, a vacina disponibilizada para a população visa imunizar contra os tipos A e B, uma vez que o tipo C causa apenas infecções respiratórias brandas, não estando relacionado com epidemias. 

a) As vacinas em estoque que sobraram de uma campanha de vacinação não devem ser usadas para a campanha do ano seguinte. Explique por que é necessário se vacinar anualmente contra a gripe. 
b) Depois de vacinado, o organismo humano leva, em média, de duas a três semanas para adquirir proteção contra a gripe. Considerando a resposta imunológica primária e secundária, explique como, após esse período, o organismo de uma pessoa vacinada responde à infecção pelo patógeno invasor. 

RESPOSTA: 
a) Os vírus que causam a gripe possuem o RNA como material genético e sofrem mutações quando se replicam. Por esse motivo, as vacinas estocadas não serão eficientes contra os novos subtipos desses vírus. 
b) A vacina induz o organismo a produzir anticorpos específicos contra os antígenos dos vírus de gripe, bem como a produção de linfócitos de memória. Em contatos sucessivos com os vírus de gripe a resposta imunológica secundária desses linfócitos determinará a produção rápida e intensa de anticorpos que evitarão a evolução da infecção viral.

Questão de Biologia - Albert Einstein 2020 - A terapia genética tem se mostrado promissora no tratamento e cura de inúmeras doenças

Terapia Genética, Imunoterápicos e Nanotecnologia são novos instrumentos no combate ao câncer

Existem várias terapias sendo estudadas para o combate ao câncer e uma das apostas é a terapia genética. Em uma de suas modalidades, chamada Terapia Car-T, as células do sistema imunológico do paciente, no caso o linfócito T, são modificadas para combater o tumor. Sabe-se que algumas doenças não vão responder a determinados tratamentos, por isso, é preciso cada vez mais personalizá-los, apontam médicos oncologistas. 

(Raphael Kapa. https://oglobo.globo.com. 30.08.2019. Adaptado.) 

A terapia genética tem se mostrado promissora no tratamento e cura de inúmeras doenças que não apenas o câncer. De modo geral, essa terapia consiste em 

a) substituir segmentos específicos de DNA das células alvo por outros segmentos que levam à síntese de moléculas capazes de restabelecer o quadro normal do paciente. 
b) inserir no genoma das células do tecido doente genes funcionais obtidos de outras espécies, restabelecendo o padrão fisiológico normal do tecido alvo da terapia. 
c) tratar o paciente com quimioterápicos que reconhecem e atuam apenas sobre as células que apresentam padrões anômalos de divisão celular. 
d) promover a fusão de núcleos de células normais aos de células doentes, formando células híbridas capazes de restabelecer processos metabólicos até então anômalos. 
e) tratar o paciente com medicamentos que inibem a expressão dos genes defeituosos causadores da doença. 

RESPOSTA:
Letra A.

Em uma das diferentes modalidades de terapia genética, seria possível substituir genes defeituosos por sequências de DNA que produzam proteínas funcionais, as quais podem restabelecer o correto funcionamento celular e tecidual anteriormente afetado e causador da doença alvo.