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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Questão de Ciências - Explique por que a quantidade de fósseis encontrados é muito menor do que a quantidade de organismos que os cientistas acreditam ter existido no passado.

Explique por que a quantidade de fósseis encontrados é muito menor do que a quantidade de organismos que os cientistas acreditam ter existido no passado.

RESPOSTA:
Porque a maioria dos organismos mortos não chega a formar fósseis, já que podem ter sido comidos ou entrar em decomposição antes do processo de fossilização.

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Questão de Ciências - Qual é a importância dos fósseis para o estudo da evolução da vida na Terra?

Qual é a importância dos fósseis para o estudo da evolução da vida na Terra?

RESPOSTA:
Os fósseis são registros de organismos que não existem mais, mas que são parecidos com os organismos atuais, servindo, portanto, como uma evidência da evolução. Além disso, a distribuição dos fósseis ao longo de estratos formados em diferentes períodos geológicos nos ajuda a reconstruir a história evolutiva dos seres vivos no planeta.

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Bacteriófago: um DNA-vírus

Os bacteriófagos são vírus parasitas de bactérias. O fago T2, por exemplo, que parasita a Escherichia coli (bactéria comum no intestino humano), tem uma região semelhante a uma “cabeça”, equivalente ao seu capsídeo, no interior da qual existe uma molécula de DNA. da “cauda” saem fibras que permitem ao vírus ligar-se à parede da bactéria; é também a “cauda” que irá injetar o DNA viral na bactéria.

Esquema representando a
estrutura de um bacteriófago (fago T2).

Ao se instalar em uma bactéria, o bacteriófago inicia um ciclo vital que pode seguir dois caminhos: um é o ciclo lítico, e o outro é o ciclo lisogênico.

No primeiro, o vírus é ativo, multiplica-se, havendo a duplicação do DNA viral e a síntese das proteínas do capsídeo. vários exemplares de bacteriófagos são, assim, produzidos no interior da bactéria, que acaba sofrendo rompimento (lise) e soltando os vírus para o ambiente. o ciclo lítico corresponde a uma ação virulenta do microrganismo.

Fotografia ao microscópio eletrônico de bacteriófagos T atacando uma bactéria Escherichia coli. Observe a molécula de DNA sendo injetada na célula bacteriana (fio azul abaixo dos fagos).

No ciclo lisogênico, ao contrário, o vírus permanece dormente (ou temperado), sendo chamado profago ou provírus, uma vez que não se multiplica e não destrói a bactéria. no entanto, seu DNA fica ligado ao dna do cromossomo bacteriano e ambos se duplicam a cada divisão da bactéria, podendo permanecer nessa situação por várias gerações. enquanto ligado ao cromossomo bacteriano, o DNA entra no processo de produção de proteínas. sob certas condições, no entanto, o provírus pode entrar no ciclo lítico, retornando, assim, à fase virulenta, com a destruição da bactéria e a liberação de novas cópias do vírus.

Esquema representando os ciclos lítico e lisogênico de um bacteriófago.


Tecido conjuntivo denso

No tecido conjuntivo denso há predomínio de fibroblastos e de fibras colágenas. 
Esquemas de tecido conjuntivo denso não modelado (A) e modelado (B).

Dependendo do modo de organização dessas fibras, esse tecido pode ser classificado em: 
• não modelado: formado por fibras colágenas dispostas em feixes que não apresentam orientação fixa. Um exemplo é a derme, tecido conjuntivo da pele; 
• modelado: formado por fibras colágenas dispostas em feixes com orientação fixa, dando ao tecido características de maior resistência à tensão do que a dos tecidos não modelado e frouxo. Ocorre nos tendões.

Nucléolo

Há no interior do núcleo uma região mais densa, não delimitada por membrana, que se cora mais intensamente com corantes básicos. Essa região corresponde ao nucléolo, local de intensa transcrição de um dos tipos de ácido nucleico: o ácido ribonucleico ribossômico (RNAr). Essa síntese ocorre em certas regiões de determinados cromossomos, denominadas regiões organizadoras do nucléolo, onde estão os genes responsáveis por esse processo.
Esquema da organização do nucléolo e da formação de ribossomos.

Logo após sua síntese, o RNAr associa-se a proteínas, formando grãos de ribonucleoproteínas, que comporão os ribossomos. Esses grãos permanecem por algum tempo próximos ao local de sua síntese e depois saem do núcleo em direção ao citoplasma, passando através dos poros do envelope nuclear. Enquanto isso, novos grãos vão sendo formados no nucléolo, repondo os que estão saindo do núcleo. O nucléolo corresponde, portanto, a uma região de grande concentração de ribonucleoproteínas e de RNAr.