segunda-feira, 23 de maio de 2016

Jucá caiu. Temer resiste?

Romero Jucá acaba de anunciar que entra de licença a partir desta terça-feira; em gravação, ele confessou que o impechament nada mais foi do que uma trama para derrubar a presidente Dilma Rousseff, colocar um novo governo, o de Michel Temer, e parar as investigações da Lava Jato; nas conversas com Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro, ele disse que era preciso "parar essa porra" e "estancar a sangria"; em menos de duas semanas, Temer produz mais uma crise gigantesca e corre o risco de não resistir no cargo; ao chegar no Congresso para falar sobre a meta fiscal, ele foi vaiado e chamado de golpista

247 – O ministro do Planejamento, Romero Jucá, disse que pedirá licença do cargo até que o Ministério Público Federal esclareça as “condições” de seu áudio divulgado nesta segunda-feira.

A partir desta terça, o ministério do Planejamento terá o atual secretário-executivo, Dyogo Oliveira, no comando.

A saída de Jucá ocorre horas depois do escândalo da gravação em que ele conversa com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, a quem diz que é preciso "parar essa porra" e “estancar a sangria” da Lava Jato com a troca do governo.

Em menos de duas semanas, Temer produz mais uma crise gigantesca e corre o risco de não resistir no cargo.

Ao chegar no Congresso para falar sobre a meta fiscal, ele foi vaiado e chamado de golpista.

No fim de semana, sua casa, em São Paulo, foi cercada por manifestantes. 

Até agora, Temer ainda não conseguiu colocar os pés na rua.

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